A espera quase acabou! Nesta sexta-feira, chega às lojas Resident Evil Requiem, o nono jogo principal da famosa série da Capcom. E o que torna essa estreia ainda mais especial? É o retorno às icônicas ruínas de Raccoon City, o ponto de partida da história do T-vírus. Essa é a primeira vez em quase 27 anos que a linha principal revisita esse cenário, desde o lançamento do Resident Evil 3 original.
Desta vez, a narrativa vai alternar entre dois protagonistas: o veterano Leon S. Kennedy e a novata Grace Ashcroft, analista do FBI e filha de Alyssa Ashcroft, que é conhecida pelos fãs de Resident Evil Outbreak. Enquanto Leon traz uma dose de ação intensa, Grace mergulha nas sequências de terror mais puras, criando um contraste interessante entre vulnerabilidade e adrenalina. Mas será que essa alternância realmente funciona?
Um retorno bem recebido pela crítica
As primeiras análises já começaram a aparecer e, pelo que tudo indica, a resposta é sim! O jogo já conta com 107 avaliações e uma média de 88 no Metacritic, superando títulos como Resident Evil Village e Resident Evil 7: Biohazard. O sistema de dupla protagonização é um dos pontos mais elogiados. Grace traz a essência do survival horror, com uma narrativa mais lenta e uma atmosfera sufocante, enquanto Leon garante a ação mais moderna e dinâmica. Essa mistura resulta em uma experiência que se parece uma verdadeira montanha-russa emocional.
As ruínas de Raccoon City também não ficam atrás nos elogios. Muitos críticos destacam a ambientação opressiva e detalhada, com uma iluminação que intensifica a sensação de desolação. Os efeitos visuais e o cuidado técnico impressionam, criando um cenário que realmente coloca o jogador no clima de tensão. Outro aspecto que chamou a atenção é o comportamento dos zumbis. Agora, eles se comportam de maneira mais imprevisível, interagindo com o ambiente e tentando cercar o jogador, o que mantém a tensão lá em cima. E, para quem prefere, a campanha pode ser jogada em primeira ou terceira pessoa, uma opção muito bem recebida pela comunidade.
Nem tudo são flores
Apesar do clima de animação, algumas críticas surgiram, especialmente na segunda metade da campanha. Alguns especialistas apontam que o jogo acaba perdendo um pouco de sua identidade ao se inclinar mais para a ação, o que diminui aquele peso do terror que marca o início da jornada. Leon, com seu poder, pode suavizar a sensação de vulnerabilidade que os jogadores esperam sentir.
As batalhas contra chefes também geraram opiniões divididas. Embora sejam funcionais, muitos consideram que faltou criatividade em comparação aos confrontos memoráveis de Village ou Resident Evil 4. Além disso, alguns críticos mencionaram que o jogo peca por ter um excesso de referências nostálgicas, especialmente nas partes com Leon, o que pode dar a impressão de que a Capcom se apoiou demais na nostalgia em vez de explorar novas narrativas. O desfecho da história também foi visto como apressado, deixando alguns pontos em aberto.
Notas da crítica especializada
O jogo recebeu diversas notas altas, com vários 10s, como de portais como Digitec, ScreenHub e Xbox Tavern, além de vários 9s de outros veículos respeitados. Vale lembrar que essa média do Metacritic pode variar, já que novas análises ainda devem ser publicadas.
Lançamento e edições
Resident Evil Requiem chega oficialmente à meia-noite de 27 de fevereiro de 2026, disponível para PS5, Xbox Series X/S, Switch 2 e PC. Para quem já garantiu a versão digital, o pré-carregamento já está liberado. Na PS Store, você pode escolher entre a edição padrão e a Deluxe, que oferece conteúdos extras como trajes e skins. E para quem prefere, o jogo também terá sua versão em mídia física.

