Recentemente, Asha Sharma, a nova chefe do Xbox, compartilhou suas ideias sobre como a inteligência artificial vai se encaixar na visão da marca. Em uma conversa descontraída com a Variety, ela deixou claro que não aceita “IA ruim” no desenvolvimento de jogos. Para ela, a essência das grandes histórias ainda é feita por humanos.
Sharma ressaltou que a IA sempre fez parte do mundo dos games e continuará a fazer. Ela mencionou que o setor precisa de novos “motores de crescimento”, mas enfatizou que “grandes histórias são criadas por humanos”. A mensagem dela é clara: a tecnologia deve ser uma ferramenta que complementa a criatividade, e não um substituto.
Em um post no site da Microsoft, ela falou sobre como a IA vai “evoluir” e “influenciar” o futuro dos jogos, mas reforçou que a marca não vai se deixar levar pela busca de eficiência a curto prazo. “Não vamos inundar nosso ecossistema com IA sem alma”, afirmou. Para ela, jogos são arte, feitos por pessoas que usam a tecnologia de forma inovadora. E ela acredita que os próximos 25 anos pertencem às equipes que se atrevem a criar algo surpreendente.
A postura de Sharma é encorajadora, especialmente em um momento em que a IA é um tema tão debatido. Embora a tecnologia muitas vezes receba críticas, ela também pode trazer contribuições valiosas. A expectativa é que, com essa abordagem, o futuro do Xbox seja rico em criatividade e inovação, aproveitando o que há de melhor na tecnologia sem perder a essência humana que faz os jogos serem tão especiais.

