Recentemente, as demissões na Eidos-Montréal geraram burburinho, e tudo parece estar ligado ao cancelamento de um projeto ambicioso que vinha sendo desenvolvido há anos. Segundo informações do Insider Gaming, o jogo, conhecido internamente como “Wildlands”, foi interrompido mesmo estando em um estágio avançado de produção.
## Um projeto conturbado
O desenvolvimento de “Wildlands” começou em 2019, sob o codinome P11. Desde o início, o projeto enfrentou uma série de desafios, como mudanças constantes na direção e problemas técnicos. Fontes revelam que o jogo passou por quatro engines diferentes ao longo do desenvolvimento e que havia conflitos criativos em relação à narrativa. Para piorar, o orçamento saiu dos trilhos, chegando a centenas de milhões de dólares. Esse cenário complicado acabou impactando outros projetos do estúdio, resultando até no cancelamento de um novo jogo da famosa franquia Deus Ex, que estava previsto para 2024.
## Sobre o jogo que ficou apenas na ideia
Embora “Wildlands” nunca tenha sido anunciado oficialmente, algumas informações sobre o jogo começaram a circular. Ele seria um RPG de ação e aventura em terceira pessoa, ambientado em um mundo aberto. O jogador controlaria uma personagem chamada River, que faria parte de um grupo chamado Spiritbounds. Esses jovens teriam a habilidade de enfrentar espíritos malignos utilizando poderes mágicos. Uma das características mais legais do jogo seria a presença de criaturas montáveis, como Redheart, um grande alce que ajudaria na exploração do mapa.
## Cancelamento em um momento crítico
O mais surpreendente é que, segundo relatos, “Wildlands” estava praticamente pronto. O jogo já havia alcançado marcos importantes e estava na fase de polimento, com lançamento previsto ainda para este ano. No entanto, a Embracer Group decidiu encerrar o desenvolvimento, possivelmente por acreditar que não valeria a pena o investimento no mercado.
## Desafios para a Eidos-Montréal
Esse cancelamento tardio levanta diversas questões sobre como o projeto foi gerido e o timing da decisão. Depois de tanto investimento e com o jogo tão próximo da conclusão, essa interrupção só ressalta os desafios que a Embracer tem enfrentado nos últimos anos, especialmente em relação a custos e reestruturações internas. Para a Eidos-Montréal, a situação teve um impacto imediato, resultando em cortes na equipe e na necessidade de repensar os próximos passos após o fim de um dos seus projetos mais ousados.
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